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05/07/2017
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FONTE: FIORDE NOTICIA

Dois integrantes da diretoria da Associação Mundial de Bioenergia (WBA, na sigla em inglês), entidade de classe com forte atuação na ONU e que tem a presença da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA) em seu Conselho, conheceram in loco os diversos processos de fabricação do etanol no Brasil, em particular as tecnologias na produção do biocombustível de segunda geração (2G), feito a partir da palha e do bagaço de cana.
Convidados para participar do Ethanol Summit 2017, o maior evento brasileiro sobre energias renováveis da cana, com início marcado para a próxima segunda-feira (26/06), o CEO da WBA, Remigijus Lapinskas e a diretora executiva, Karin Haara, aproveitaram a vinda ao Brasil para visitar a usina de etanol celulósico da Costa Pinto, do Grupo Raízen em Piracicaba, filiado à UNICA, e a unidade de produção da Cosan Biomassa, em Jaú. A ação faz parte de uma parceria entre a entidade sucroenergética brasileira e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) para promover o etanol brasileiro no exterior.
A assessora sênior da presidência para Assuntos Internacionais da UNICA, Géraldine Kutas, que esteve acompanhada pela coordenadora de Relações Institucionais, Rachel Glueck, informa que, após as visitas, os executivos da WBA reconheceram o potencial do 2G para dobrar, de forma sustentável, a oferta de combustíveis renováveis no País.
“Eles comprovaram, na prática, a sustentabilidade e o salto tecnológico dado pelo setor sucroenergético no Brasil, tanto para o etanol mais avançado quanto para a bioeletricidade. No caso do 2G, ficou clara para o WBA a necessidade de um trabalho que incentive outros países a elaborar e aprovar legislações que estimulem o consumo e a produção deste tipo de biocombustível”, avalia a representante da UNICA.
Roteiro
Na usina Costa Pinto, a diretoria da WBA e as executivas da UNICA visitaram uma planta de produção 2G anexa à fábrica maior, onde tradicionalmente já se produz o etanol de primeira geração (1G), fabricado a partir do caldo da cana. Recebidas pelo gerente da unidade, Rodrigo Pacheco, o grupo recebeu informações sobre as operações da Raízen e ainda visitou a sala de controle para operações industriais e os laboratórios de pesquisa.
Na Cosan Biomassa, a delegação obteve informações a respeito dos desafios e conquistas relacionados à produção de pellets (pequenos pedaços em formato cilíndrico) de bagaço para a geração de energia elétrica limpa e renovável. “O grupo ficou bem impressionado com os avanços alcançados e entendeu a importância de se atuar globalmente para abertura de mercado para o uso de pellets de biomassa agrícola na produção de bioeletricidade”, conclui Géraldine Kutas.

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