Combate ao crime organizado no setor de combustíveis é essencial para manter mercado sustentável 

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CNC também apoia o Projeto de Lei nº 2.646/2025, que prevê endurecimento de penas, maior monitoramento e mecanismos para prevenir ilícitos

 O Globo Online 

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) considera a Operação Carbono Oculto, da Polícia Federal, um marco importante no enfrentamento ao crime organizado em setores estratégicos da economia, representando um passo histórico para o desenvolvimento do País.

Ao combater práticas ilegais ligadas a combustíveis e biocombustíveis, a iniciativa realiza o primeiro passo no combate a redes criminosas que prejudicam a concorrência e o consumidor, afetam a arrecadação tributária e geram graves riscos sociais e ambientais. Por isso, é fundamental que essa iniciativa se mantenha e seja aprofundada, garantindo resultados duradouros para a sociedade.

Por entender que o combate ao crime organizado é fundamental no fortalecimento do Estado de Direito, a CNC também apoia o Projeto de Lei nº 2.646/2025, que prevê endurecimento de penas, maior monitoramento e mecanismos para prevenir ilícitos em setores como energia, transportes, agropecuária e mineração.

Em reunião de Diretoria em março deste ano que contou com a presença do ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, a Confederação ressaltou a importância do fortalecimento dos mecanismos de controle contra as práticas ilícitas que fragilizam o setor produtivo. Na ocasião, o titular da pasta anunciou a apresentação de um projeto ao Congresso Nacional para endurecer penas do crime de receptação.

A CNC reforça que o combate às práticas criminosas é essencial na proteção de empregos e promoção de um mercado saudável, justo e sustentável.

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