Cade aprova entrada da Shell no bloco Tupinambá, na Bacia de Santos

Sindicato Itinerante vai a Feira de Santana com debate sobre Reforma Tributária no dia 24/09. Inscrições abertas!
11/09/2026
Petróleo dispara e Brent supera US$ 107 com novos ataques no Oriente Médio
14/09/2026
Mostrar tudo

Agência Infra

O Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) aprovou, no final de quinta-feira (10), a entrada da Shell no bloco Tupinambá, localizado no pré-sal da Bacia de Santos. Agora, a conclusão da transação depende do aval da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) e do MME (Ministério de Minas e Energia). O objetivo é que a bp continue como operadora do bloco, com 50% de participação, enquanto a Shell detém a parcela restante.

O Conselho entendeu que, por se tratar de um ativo em fase de exploração, não há incremento imediato de participação de mercado em decorrência da operação. Desta forma, não possui capacidade de acarretar prejuízos ao ambiente concorrencial.

No último dia 8, a bp iniciou a perfuração do primeiro poço do bloco, quatro dias após a emissão da licença pelo Ibama. O instituto autorizou uma campanha exploratória de até três poços em Tupinambá, sendo dois adicionais, que dependem dos resultados do primeiro poço.

O vencimento da fase exploratória do bloco está previsto para 27 de maio de 2031. Tupinambá foi arrematado com 100% de participação pela bp no 2º Ciclo da OPP (Oferta Permanente de Partilha de Produção), em dezembro de 2023. A PPSA (Pré-Sal Petróleo S.A.) administra o contrato de partilha em nome do governo federal.

Além de Tupinambá, a bp opera o bloco Bumerangue, também situado no pré-sal da Bacia de Santos. A descoberta gerada no único poço perfurado no bloco até o momento foi considerada como a maior da empresa dos últimos 25 anos, com uma estimativa de 8 bilhões de barris de líquidos in place.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *