Fonte: UOL
Foi no dia 31 de maio, quinta-feira do feriado de Corpus Christi, que a Polícia Rodoviária Federal anunciou que não havia mais nenhum bloqueio nas estradas do país. A data serviu como uma espécie de marco não-oficial do término da greve dos caminhoneiros. Por dez dias, eles bloquearam vias em todos os estados e paralisarm a economia nacional, em protestos contra o preço do diesel.
O governo anunciou mudanças tentanto pôr fim às paralisações e, num prazo de três dias, editou quatro medidas provisórias (MP), prometendo:
– redução temporária de R$ 0,46 n litro do diesel;
– tabela de preços para o frete;
– cota para caminhoneiro autônomos em cargas da Conab (Companhia Naconal de Abastecimento);
– e isenção do pedágio nas rodovias para eixo suspenso.
Passados dois meses desde então, em que pés estão essas promessas? Ao UOL, representantes dos caminhoneiros dizem ter sentido um alívio significativo no bolso. Porém, parte das medidas anunciadas ainda patina. O desconto de R$ 0,46, por exemplo, até hoje não chegou na íntegra à bomba. O Conab não teve sucesso em contratar os autônomos. E a tabela do frete fica indo e vindo em versões que, até agora, não agradaram ninguém. Para ler esta notícia, clique aqui.
https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2018/07/30/balanco-medidas-governo-greve-dos-caminhoneiros.htm?cmpid=copiaecola