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Fonte: Valor Econômico

A Petrobras concluiu o estudo de viabilidade econômica a respeito da finalização da construção da refinaria do Comperj, em parceria com a chinesa CNPC, e concluiu que ela não apresenta atratividade econômica.
Com isto, em consonância com os acordos celebrados, os projetos relacionados à parceria estratégica com a empresa chinesa, que também compreendia a participação de 20% da CNPC no cluster de Marlim (concessões de Marlim, Voador, Marlim Sul e Marlim Leste), foram encerrados sem a efetivação do negócio.
Dessa maneira, o conselho de administração da companhia aprovou o início de providências para cancelamento do projeto e solicitou um levantamento de alternativas para a área do Comperj, diz trecho do comunicado. A Petrobras e a CNPC seguirão buscando novas oportunidades de negócios conjuntos fortalecendo o laço, iniciado em 2013 com a parceria na área de Libra, seguida da aquisição, em 2017, do Bloco de Peroba (juntamente com a BP), e, recentemente, do direito de exploração e produção do volume excedente ao contrato de cessão de cessão onerosa do campo de Búzios.

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