Nesta quinta-feira, o presidente do Sindicombustíveis Bahia, Glauco Mendes, concedeu entrevista aos principais meios de comunicação para esclarecer que a culpa não é do posto revendedor, após mais um aumento de combustíveis anunciado pela Refinaria Mataripe, operada pela Acelen. Desde o início do conflito no Oriente Médio, a Acelen já aumentou o preço do diesel em R$ 2,38 e a gasolina em R$ 1,39. Explicou, ainda, como funciona a cadeia de comercialização de combustíveis e os impactos do conflito para o mercado, com o barril do petróleo que já alcançou US$ 115. E solicitou a união do poder público com todos os agentes econômicos para minimizar os impactos para o setor e toda a economia do país.
Vejas as principais publicações:
A TARDE
Falta de produto, impacto da guerra e novo aumento: entenda preço dos combustíveis na Bahia
ACORDA CIDADE
Sindicombustíveis Bahia alerta: postos não são responsáveis pelos reajustes
TV BAHIA
Preço da gasolina aumentou pela quinta vez seguida
CORREIO DA BAHIA
Greve dos caminhoneiros: o que se sabe sobre a ameaça de paralisação
FALA BAIANO
Sindicombustíveis alerta para possível desabastecimento de combustíveis no estado