Sob receios de uma pressão nos preços e oferta insuficiente, o governo atendeu ao pleito da indústria e propôs uma meta menor para aquisição obrigatória de biometano por produtores e importadores de gás natural em 2026.
Grandes consumidores de gás, como a Yara, vinham alertando o governo de que a meta poderia pressionar, em um primeiro momento, os preços do biometano em um mercado ainda com pouca oferta.
As dificuldades na distribuição do gás renovável também são um desafio, dado que a produção é pulverizada.
Mas havia quem dissesse que cumprir a meta de 1% era viável: a Ultragaz acreditava que o mandato era factível, mas defendia uma regra de transição para o programa.
Principal produtora e importadora de gás do país, a Petrobras também defendia um período de transição: “Começando em junho, julho, talvez isso seria mais confortável”, disse a diretora de Transição Energética da estatal, Angelica Laureano, em entrevista ao estúdio eixos.