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O Estado de S. Paulo 

Aela­bo­ra­ção do dese­nho ini­cial de um plano de capi­ta­li­za­ção e rees­tru­tu­ra­ção da Raí­zen tirou pres­são dos papéis emi­ti­dos no exte­rior pela com­pa­nhia. Na semana pas­sada, esses títu­los che­ga­ram a ope­rar em pata­ma­res de preço que repre­sen­ta­vam uma pers­pec­tiva de recu­pe­ra­ção de ape­nas 30% do valor de face, diante de sinais de difi­cul­da­des para via­bi­li­zar uma capi­ta­li­za­ção pro­me­tida em 2025 por Cosan e Shell – suas con­tro­la­do­ras -, da ausên­cia de notí­cias sobre ven­das de ati­vos e do rebai­xa­mento da nota da empresa para CCC (pata­mar de alto risco) pela Moody’s. No entanto, as infor­ma­ções de que há estu­dos para uma capi­ta­li­za­ção de pouco mais de R$ 8 bilhões, cisão da empresa em dois negó­cios e a con­ver­são de 25% das dívi­das em ações soa­ram bem no exte­rior. Outro fator que con­tri­buiu foram os escla­re­ci­men­tos fei­tos pela ges­tão do grupo, após a divul­ga­ção de um pre­ju­ízo de R$ 15,6 bilhões, de que não há ven­ci­men­tos pró­xi­mos e de que a piora da nota de cré­dito não aci­o­nará ven­ci­men­tos ante­ci­pa­dos de dívida.

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