Fonte: Valor Econômico
A Petrobras tem mantido normalmente as programações de exportação para China. O surto de coronavírus promete, no entanto, desacelerar a economia chinesa e o consumo de petróleo naquele que é o principal mercado da companhia fora do Brasil. O país asiático absorve, ao todo, 17% de toda a produção de óleo e 72% das exportações da petroleira. Segundo dois especialistas consultados pelo Valor, o principal impacto para a estatal brasileira, nos próximos meses, será lidar com um ambiente mais restrito às vendas e com uma potencial queda dos preços do barril, num momento em que a empresa busca clientes para os volumes crescentes do pré-sal.
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