Empresário alvo por esquema de postos de combustíveis com PCC tinha agenda com 70 policiais

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Apontado como “epicentro” do esquema de fraude e lavagem de dinheiro com combustível, Mohamad Mourad já tinha escapado de operação em 2023

Metrópoles

Um dos principais alvos da megaoperação deflagrada na semana passada contra um esquema bilionário de fraudes e lavagem de dinheiro no setor de combustíveis envolvendo o Primeiro Comando da Capital (PCC), fintechs e fundos de investimentos da Faria Lima, o empresário Mohamad Mourad tinha uma vasta agenda com quase 70 contatos de policiais e fiscais e já escapou de outra operação há dois anos.

Apontado pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP) como “epicentro das operações” fraudulentas, Mourad seria o verdadeiro proprietário da formuladora Copape e da distribuidora Aster, acusadas de sonegação de impostos e suspeitas de ligação com o PCC. Na última quinta-feira (28/8), ele era um dos alvos de mandados de prisão na Operação Tank, da Polícia Federal (PF), mas não foi localizado até agora — o nome dele foi incluído na lista de procurados da Interpol.

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