Metrópoles
Um dos principais alvos da megaoperação deflagrada na semana passada contra um esquema bilionário de fraudes e lavagem de dinheiro no setor de combustíveis envolvendo o Primeiro Comando da Capital (PCC), fintechs e fundos de investimentos da Faria Lima, o empresário Mohamad Mourad tinha uma vasta agenda com quase 70 contatos de policiais e fiscais e já escapou de outra operação há dois anos.
Apontado pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP) como “epicentro das operações” fraudulentas, Mourad seria o verdadeiro proprietário da formuladora Copape e da distribuidora Aster, acusadas de sonegação de impostos e suspeitas de ligação com o PCC. Na última quinta-feira (28/8), ele era um dos alvos de mandados de prisão na Operação Tank, da Polícia Federal (PF), mas não foi localizado até agora — o nome dele foi incluído na lista de procurados da Interpol.