Jornal O Estado de S. Paul
A valorização do petróleo Brent ajudou a levar a Petrobras novamente para perto de seu recorde histórico de valor de mercado. No terceiro pregão consecutivo de alta, as ações da estatal avançaram 1,77% (ON) e 1,45% (PN) ontem. Com isso, a empresa passou a valer R$ 674,1 bilhões, R$ 6 bilhões abaixo do pico de R$ 680,1 bilhões registrado em meados de abril.
As ações preferenciais da Petrobras, as mais líquidas, movimentaram R$ 2 bilhões, o maior giro financeiro da B3. O JPMorgan liderou as compras do papel.
A melhora do ambiente de negócios também favoreceu as ações brasileiras em geral, especialmente na segunda etapa do pregão. O EWZ, principal ETF de ações brasileiras negociado em Nova York, subiu 1,29%.
Os bancos também se valorizaram. A ação ON do Banco do Brasil avançou 2,80%. Os papéis do Bradesco subiram 2,59% (ON) e 3,88% (PN). O Itaú PN ganhou 1,83%, enquanto a unit do BTG Pactual avançou 2,35%.
Com isso, o Índice Financeiro (IFNC) da B3 fechou perto da máxima do dia, com alta de 2,33%, o melhor desempenho entre os índices setoriais.
O Ibovespa encerrou o dia com alta de 1,42%, aos 188.268 pontos. Apenas sete das 76 ações da carteira fecharam em baixa.