Fonte: Valor Econômico
Os preços do petróleo tocam máxima de duas semanas nesta sessão, com o estímulo proporcionado pela redução da oferta da Venezuela e as indicações dadas pela Arábia Saudita, líder de fato da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), de que os cortes de produção do cartel serão estendidos ao segundo semestre.
Ao redor de 9 horas, o contrato do petróleo do tipo Brent para maio subia US$ 0,35, ou 0,53%, para US$ 66,93, enquanto o WTI para abril aumentava US$ 0,26, ou 0,46%, saindo a US$ 57,05.
Mais cedo, o Brent foi negociado a US$ 67,39 por barril, no maior nível desde 25 de fevereiro.
A quebra no suprimento de energia na Venezuela interrompeu os embarques de petróleo pelo país, cuja produção já era comprometida pela prolongada crise econômica, especialmente após as recentes sanções impostas à estatal PDVSA pelos Estados Unidos, apontam em nota diária os analistas do Commerzbank.