Edifício de São Paulo instala eletro postos para carros verdes

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Fonte: DCI

Apesar do mercado de “carros verdes” não ser tão grande no Brasil, empreendimentos privados de São Paulo vem investindo em postos de recargas e vagas para esses veículos. É o caso do edifício Pátio Victor Malzoni, localizado na Avenida Brigadeiro Faria Lima.
O empreendimento expandiu o número de vagas dedicadas aos chamados “carros verdes”, considerados com baixo consumo e emissão de gases poluentes. Agora, são 30 vagas para carros elétricos – movidos apenas por motores elétricos – e 141 para os híbridos – movidos à combustível e eletricidade.
As vagas para os híbridos são semelhantes às dos veículos convencionais, porém são melhor localizadas. O destaque está na infraestrutura das vagas para os elétricos, que agora contam com tomadas individuais para a recarga dos veículos, realizada de forma gratuita.
Por meio dessa iniciativa, o edifício é certificado pela US Green Building Council como prédio verde (Certificação Leed Core & Shell Prata). Segundo o Gerente de Operações Prediais da CBRE, administradora do condomínio, Flávio Engel, o empreendimento inaugurado em 2012, foi projetado de acordo com as práticas sustentáveis. “O objetivo do empreendimento é incentivar a utilização dos automóveis de energia limpa, com menos poluentes e influenciar as boas práticas”.
Outros empreendimentos privados na cidade, já possuem essa tecnologia para abrigar e recarregar os “carros verdes”, como os shoppings Pátio Paulista e Villa Lobos, por exemplo.
Realidade
Em 2015 o Governo Federal zerou o Imposto de Importação para automóveis movidos a eletricidade ou hidrogênio, que tinham alíquota de 35%, o que possibilitou maiores importações para o Brasil. Atualmente todos os “carros verdes” comercializados no Brasil, são importados de outros países.
A Alemanha, por exemplo, pretende anular até 2030 os carros à combustão. “Se não nos atualizarmos, ficaremos muito dependentes de produtos importados. Temos que ter uma política pública, tributária e fiscal para acompanhar a verticalização”, defende o diretor de Pesquisa e Tecnologia da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), Ricardo Takayira.

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