Preço da gasolina no Brasil é o menor em 16 meses, aponta ANP

Etanol cai em 18 Estados e no DF, sobe em 7 e não se altera em Rondônia
25/04/2017
ENCONTRO NORDESTE VOLTA À BAHIA
25/04/2017
Mostrar tudo

Fonte: Portal R7

Queda nos preços dos combustíveis no País ocorre em meio a uma fraqueza no consumo no Brasil, diante da crise econômica

O preço médio da gasolina vendida nos postos do Brasil caiu na semana passada para seu menor nível em um ano e quatro meses, enquanto o etanol e o diesel também recuaram, apontaram dados publicados pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), nesta segunda-feira (24).
O preço médio da gasolina caiu 0,3 por centro, na semana encerrada em 22 de abril ante a semana anterior, para R$ 3,629 por litro. É o menor patamar desde a semana encerrada em 19 de dezembro de 2015, quando o combustível fóssil foi vendido a 3,628 reais por litro.
A queda nos preços dos combustíveis ocorre em meio a uma fraqueza no consumo no Brasil, diante da crise econômica, e também por conta de uma nova política da Petrobras, de reajustes mais frequentes, que resultaram uma queda acumulada das cotações nas refinarias nos últimos meses.
Já o etanol hidratado, concorrente da gasolina nas bombas, no mesmo período, caiu 0,9% na semana passada, para R$ 2,629 por litro, segundo a ANP. O preço do diesel na bomba, por sua vez, caiu 0,1% para R$ 3,015 por litro.
Em um momento de queda nos preços nas bombas, a Petrobras decidiu na última quinta-feira aumentar o valor do diesel nas refinarias em 4,3% e o da gasolina em 2,2%, em média, a partir da sexta-feira passada.
O reajuste mais frequente dos preços dos combustíveis pela Petrobras foi adotado desde que a empresa anunciou em outubro de 2016 sua nova política de preços, que prevê que os valores permaneçam com uma margem positiva em relação à paridade internacional. A revisão de preços acontece pelo menos uma vez a cada 30 dias.
No acumulado desde outubro, a gasolina teve queda acumulada nas refinarias de 3,3%, segundo cálculos da Reuters. No caso do diesel, houve três altas, uma manutenção e quatro reduções, com queda desde outubro de cerca de 4,5%.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *