Presidente do Sindicombustíveis-BA alerta para concorrência desleal e pede ajuda das autoridades

Presidente do Sindicombustíveis faz apelo após crise no Golfo Pérsico e alerta para impactos nos combustíveis na Bahia
24/07/2026
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“A revenda da Bahia está pedindo socorro. Nós precisamos de ajuda das autoridades constituídas”, disse o presidente.

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Glauco Mendes, presidente do Sindicombustíveis Bahia
Glauco Mendes, presidente do Sindicombustíveis Bahia | Foto: Reprodução / Redes Sociais

O presidente do Sindicombustíveis Bahia, Glauco Mendes, divulgou um vídeo em que demonstra preocupação com os impactos do agravamento das tensões geopolíticas no Golfo Pérsico sobre o mercado de combustíveis.

Segundo Glauco, o cenário tende a afetar ainda mais os revendedores baianos, abastecidos pela Refinaria de Mataripe, administrada pela Acelen.

No vídeo, Mendes afirma que a principal dificuldade enfrentada pelos postos da Bahia está na política de aquisição do petróleo. Segundo ele, a Acelen compra o petróleo da Petrobras pelo preço do mercado internacional, atualmente em torno de US$ 100 o barril.

“As refinarias da Petrobras produzem seus produtos com o petróleo fornecido pela estatal, que repassa o barril a um valor quase 50% menor do que o do mercado internacional, ou seja, não tem como os postos revendedores da Bahia, principalmente os postos de estrada, concorrerem com os de outros estados”, disse.

O presidente também argumentou que essa diferença de custos impede que os postos baianos, principalmente os localizados às margens das rodovias, consigam competir em igualdade de condições com estabelecimentos de outros estados abastecidos por refinarias da Petrobras.

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