Problema em manutenção pode afetar abastecimento de combustível na Bahia

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21/05/2021
Abastecimento de combustíveis está ameaçado no Estado
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A TARDE ONLIne

Devido a uma parada técnica programada para manutenção em algumas unidades da Refinaria Landulpho Alves (RLAM), a Bahia poderá passar por dificuldades de abastecimento nos postos de combustíveis distribuídos por todo o estado.
Segundo o presidente do sindicato dos revendedores de combustíveis (Sindicombustíveis), Walter Tannus, a previsão da regularização da manutenção pela RLAM é sábado. “Esse tempo é suficiente para comprometer o abastecimento no estado, considerando que a capacidade de estoque dos postos é de dois dias”, afirmou.
O secretário executivo do Sindicombustíveis, Marcelo Travassos, afirmou que o problema na refinaria está na parte de bombeamento da gasolina. “O combustível não está chegando nas distribuidoras. O que está sendo fornecido no mercado é o que já estava armazenado, comprado. Então nós não sabemos se, com essa demora na resolução do problema, iremos ter de forma plena o produto para abastecer o mercado”, destaca.

De acordo com o Sindicato dos Petroleiros da Bahia (Sindpetro), essa parada técnica, desde março, não está relacionada a uma explosão no dia 12 de maio de 2021, na Unidade 38 (linha de H2) da refinaria, o que não houve comprometimento na produção.

Além da parada de manutenção, a RLAM já vem operando, desde 2017, com reduzido efetivo operacional em consequência da decisão da Petrobrás de implantar o O&M (Organização e Método).
Devido a uma parada técnica programada para manutenção em algumas unidades da Refinaria Landulpho Alves (RLAM), a Bahia poderá passar por dificuldades de abastecimento nos postos de combustíveis distribuídos por todo o estado.
Segundo o presidente do sindicato dos revendedores de combustíveis (Sindicombustíveis), Walter Tannus, a previsão da regularização da manutenção pela RLAM é sábado. “Esse tempo é suficiente para comprometer o abastecimento no estado, considerando que a capacidade de estoque dos postos é de dois dias”, afirmou.
O secretário executivo do Sindicombustíveis, Marcelo Travassos, afirmou que o problema na refinaria está na parte de bombeamento da gasolina. “O combustível não está chegando nas distribuidoras. O que está sendo fornecido no mercado é o que já estava armazenado, comprado. Então nós não sabemos se, com essa demora na resolução do problema, iremos ter de forma plena o produto para abastecer o mercado”, destaca.

De acordo com o Sindicato dos Petroleiros da Bahia (Sindpetro), essa parada técnica, desde março, não está relacionada a uma explosão no dia 12 de maio de 2021, na Unidade 38 (linha de H2) da refinaria, o que não houve comprometimento na produção.

Além da parada de manutenção, a RLAM já vem operando, desde 2017, com reduzido efetivo operacional em consequência da decisão da Petrobrás de implantar o O&M (Organização e Método).

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