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Fonte: Folha de São Paulo

Em um passado recente, a eficiência de um motor era medida pelo seu tamanho, atestado por logotipos que mostravam a litragem e o número de cilindros. Um “4.3 V6” era melhor que um “1.8”.
Após seguidas crises do petróleo e a necessidade de reduzir as emissões de poluentes, o conceito foi modificado. Hoje, a indústria automotiva tenta se afastar do combustível fóssil para sobreviver e deixar de ser a vilã do meio ambiente.
O próximo passo é a transformação dos carros em geradores de energia não poluente.
“No Japão, nosso carro elétrico Nissan Leaf pode fornecer energia para a casa de seu dono nos horários de pico e ser recarregado na tomada durante a madrugada”, diz Ricardo Abe, gerente de engenharia da Nissan.

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