Montadoras querem criar “super gasolina”

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Fonte: Salão do Carro
Enquanto os consumidores ainda encontram uma série de dificuldades para conseguir adquirir carros que se utilizem de formas não convencionais de abastecimento, como os que são movidos por eletricidade, parece que as montadoras querem encontrar outras opções para reduzir o consumo de combustível de uma forma geral.
Muitas empresas do segmento estão investindo pesado em uma série de pesquisas e testes para novas tecnologias que permitam com que os carros que necessitam da combustão para que seus motores funcionem consigam o resultado consumindo menos e reduzindo a quantidade de poluentes que na atmosfera de uma forma geral.
Dentre as principais pesquisas que estão sendo feitas com os carros estão as relacionadas com as propulsões hibridas, associando o motor que se utiliza da tecnologia convencional que já existe com outro elétrico. Além disso, existem outros campos onde as empresas estão concentrando seus esforços, tais como abertura variável, injeção direta de combustível, turbo, desligamento automático do motor e uma série de outros.
Mas as montadoras também estão de olho não apenas no que pode ser feito nos carros para que o combustível seja melhor aproveitado, mas também no próprio combustível, que pode acabar fazendo toda a diferença. Neste campo especifico, existe um esforço em conjunto entre montadoras como Ford, General Motors e Toyota e também as companhias de refino de petróleo para disponibilizar o que está sendo chamado de gasolina de altíssima octanagem.
Basicamente este combustível teria a capacidade de gerar praticamente a mesma quantidade de energia, mas com uma quantidade de combustível necessária muito menor. A indústria estaria trabalhando para conseguir buscar um padrão de combustível que consiga chegar aos 114 octanas. Essa especificação conseguiria fazer com que os carros consigam se tornar menos poluentes, sem necessariamente ter um motor elétrico acoplado.
Mas a chegada deste combustível no mercado ainda depende de uma série de questões, sendo que um dos principais entraves ainda é o preço que este combustível pode vir a ter quando chegar no mercado consumidor. A gasolina que atualmente é vendida no Brasil, por exemplo, tem cerca de 87 octanas.

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