Sindicombustíveis Bahia promove campanha pela paz

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Dia Internacional da Não-Violência será lembrado pelo sindicato dos revendedores de combustíveis

Para celebrar o Dia Internacional da Não-Violência, 30 de janeiro, data criada em homenagem ao líder pacifista indiano, Mahatma Gandhi, com o objetivo de incentivar a educação pela paz e o respeito aos Direitos Humanos, o Sindicombustíveis Bahia, por meio do Posto Solidário, promove a campanha de conscientização “Diga não à violência”.

Em postos de combustíveis de Salvador e no interior Estado, os motoristas serão alertados sobre a importância de combater a violência de todos os tipos, no trânsito, em casa, entre raças e religiões.

Os frentistas dos postos de combustíveis estarão usando bottons com o slogan “Diga não à violência” e distribuindo folders com mensagem a favor da paz, do amor e da vida. Para o presidente do Sindicombutíveis Bahia, José Augusto Costa, a data é uma oportunidade de chamar a atenção para a necessidade de combater a violência e pedir paz, respeito ao próximo e às diferenças. “Uma frase de Gandhi resume o que desejamos: ‘Onde há amor, há vida’”, lembrou o presidente.

O Sindicombustíveis Bahia foi criado em dezembro de 1963 e tem como objetivo o estudo, a coordenação, a proteção e a representação legal da categoria. O sindicato representa 2,6 mil empresas revendedoras de combustíveis e emprega mais de 50 mil pessoas em todo o estado. O Projeto Posto Solidário reforça o compromisso da revenda de combustíveis com a sociedade através de ações educativas, de fórum de discussões e de doações solidárias.

Violência – O Brasil atingiu a marca recorde de 59.627 mil homicídios em 2014, uma alta de 21,9% em comparação aos 48.909 óbitos registrados em 2003. A média de 29,1 para cada grupo de 100 mil habitantes também é a maior já registrada na história do país e representa uma alta de 10% em comparação à média de 26,5 registrada em 2004. É o que diz o Atlas da Violência 2016, estudo desenvolvido pelo Instituto de Pesquisa Econômica aplicada (IPEA) e Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FPSP). A pesquisa ainda revela que jovens negros e com baixa escolaridade são as principais vítimas. No mundo, os homicídios representam cerca de 10% de todas as mortes no mundo, e, em números absolutos, o Brasil lidera a lista desse tipo de crime.

(Juliana Lopes / AC Comunicação)

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