Gasto dessas empresas com energia limpa passa de US$ 38 bi para US$ 25, 7 bi em 2025, primeira queda anual em oito anos
Jornal Folha de S. Paulo
BLOOMBERG As maiores empresas de petróleo e gás do mundo reduZziram os investimentos na transição energética em 2025, mar cando a primeira queda anual em oito anos, segundo a BloombergNEF.
Os gastos com tecnologias de baixo carbono por parte das grandes petroleiras caíram mais de um terço no último ano, para US$ 25, 7 bilhões (R$ 136, 52 bilhões), ante mais de US$ 38 bilhões (R$ 201. 86 bilhões no câmbio atual) em 2024, de acordo com relatório publicado na quarta-feira (18).
Os gastos com baixo carbono representaram 6, 5% do total de despesas de capital das empresas, em comparação com quase 10% no ano anterior. Essa é a menor participação em cinco anos, segundo os analistas da BlIbombergNEF Claudio Lubis e David Doherty, autores do relatório.
Nem todas as empresas recuaram nos gastos relacionados à transição energética. À Repsol e a Saudi Aramco -as maiores investidoras em tecnologia de baixo carbono em 2025- comprometeram cerca de US$ 4 bilhões cada, quantia maior do que no ano anterior.
A retração geral ocorre em um momento em que as empresas de petróleo e gás estão apertando os orçamentos para atender às demandas dos investidores, ao mesmo tempo em que se concentram mais nas operações centrais de combustíveis fósseis.
Essa alteração ocorreu principalmente nos EUA, onde as mudanças de políticas sob o presidente Donald Trump desestimularam os investimentos em energia renovável. A região registrou a maior contração nos gastos.
“Desde o início de 2025, a volatilidade política sob o gover no Trump -incluindo atrasos em licenciamentos e ordens de paralisação de obras- aumentou materialmente o risco de execução para projetos de energia eólica offshore intensivos em capital”, afirmaram os analistas no relatório.
Espera-se que os investimentos das grandes empresas de petróleo e gás continuem a se moderar nos próximos anos, analisaram Lubis e Doherty.
A volatilidade política sob o governo Trump (. . . ) aumentou materialmente o risco de execução
para projetos de energia eólica offshore intensivos em capital
Claudio Lubis e David Doherty analistas da BloombergNEF
6,5% é a participação dos gastos com baixo carbono no total de despesas de capital das empresas do setor de petróleo, segundo à BloombergNEF
folha em defesa da energia limpa
BLOOMBERG As maiores empresas de petróleo e gás do mundo reduZziram os investimentos na transição energética em 2025, mar cando a primeira queda anual em oito anos, segundo a BloombergNEF.
Os gastos com tecnologias de baixo carbono por parte das grandes petroleiras caíram mais de um terço no último ano, para US$ 25, 7 bilhões (R$ 136, 52 bilhões), ante mais de US$ 38 bilhões (R$ 201. 86 bilhões no câmbio atual) em 2024, de acordo com relatório publicado na quarta-feira (18).
Os gastos com baixo carbono representaram 6, 5% do total de despesas de capital das empresas, em comparação com quase 10% no ano anterior. Essa é a menor participação em cinco anos, segundo os analistas da BlIbombergNEF Claudio Lubis e David Doherty, autores do relatório.
Nem todas as empresas recuaram nos gastos relacionados à transição energética. À Repsol e a Saudi Aramco -as maiores investidoras em tecnologia de baixo carbono em 2025- comprometeram cerca de US$ 4 bilhões cada, quantia maior do que no ano anterior.
A retração geral ocorre em um momento em que as empresas de petróleo e gás estão apertando os orçamentos para atender às demandas dos investidores, ao mesmo tempo em que se concentram mais nas operações centrais de combustíveis fósseis.
Essa alteração ocorreu principalmente nos EUA, onde as mudanças de políticas sob o presidente Donald Trump desestimularam os investimentos em energia renovável. A região registrou a maior contração nos gastos.
“Desde o início de 2025, a volatilidade política sob o gover no Trump -incluindo atrasos em licenciamentos e ordens de paralisação de obras- aumentou materialmente o risco de execução para projetos de energia eólica offshore intensivos em capital”, afirmaram os analistas no relatório.
Espera-se que os investimentos das grandes empresas de petróleo e gás continuem a se moderar nos próximos anos, analisaram Lubis e Doherty.
A volatilidade política sob o governo Trump (. . . ) aumentou materialmente o risco de execução
para projetos de energia eólica offshore intensivos em capital
Claudio Lubis e David Doherty analistas da BloombergNEF
6,5% é a participação dos gastos com baixo carbono no total de despesas de capital das empresas do setor de petróleo, segundo à BloombergNEF
folha em defesa da energia limpa
BLOOMBERG As maiores empresas de petróleo e gás do mundo reduZziram os investimentos na transição energética em 2025, mar cando a primeira queda anual em oito anos, segundo a BloombergNEF.
Os gastos com tecnologias de baixo carbono por parte das grandes petroleiras caíram mais de um terço no último ano, para US$ 25, 7 bilhões (R$ 136, 52 bilhões), ante mais de US$ 38 bilhões (R$ 201. 86 bilhões no câmbio atual) em 2024, de acordo com relatório publicado na quarta-feira (18).
Os gastos com baixo carbono representaram 6, 5% do total de despesas de capital das empresas, em comparação com quase 10% no ano anterior. Essa é a menor participação em cinco anos, segundo os analistas da BlIbombergNEF Claudio Lubis e David Doherty, autores do relatório.
Nem todas as empresas recuaram nos gastos relacionados à transição energética. À Repsol e a Saudi Aramco -as maiores investidoras em tecnologia de baixo carbono em 2025- comprometeram cerca de US$ 4 bilhões cada, quantia maior do que no ano anterior.
A retração geral ocorre em um momento em que as empresas de petróleo e gás estão apertando os orçamentos para atender às demandas dos investidores, ao mesmo tempo em que se concentram mais nas operações centrais de combustíveis fósseis.
Essa alteração ocorreu principalmente nos EUA, onde as mudanças de políticas sob o presidente Donald Trump desestimularam os investimentos em energia renovável. A região registrou a maior contração nos gastos.
“Desde o início de 2025, a volatilidade política sob o gover no Trump -incluindo atrasos em licenciamentos e ordens de paralisação de obras- aumentou materialmente o risco de execução para projetos de energia eólica offshore intensivos em capital”, afirmaram os analistas no relatório.
Espera-se que os investimentos das grandes empresas de petróleo e gás continuem a se moderar nos próximos anos, analisaram Lubis e Doherty.
A volatilidade política sob o governo Trump (. . . ) aumentou materialmente o risco de execução
para projetos de energia eólica offshore intensivos em capital
Claudio Lubis e David Doherty analistas da BloombergNEF
6,5% é a participação dos gastos com baixo carbono no total de despesas de capital das empresas do setor de petróleo, segundo à BloombergNEF